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A Glândula Tireóide
A glândula tireóide se encontra na base do pescoço, abaixo do pomo de Adão. Tem a forma de uma borboleta; cada asa, ou lobo, da tireóide está presente em ambos os lados da traquéia.
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A função da glândula tireóide é produzir, armazenar e liberar hormônios tireoideanos na corrente sangüínea. Estes hormônios, também conhecidos como T3 e T4, agem em quase todas as células do corpo, e ajudam a controlar suas funções. Se os níveis destes hormônios tireoideanos no sangue estão baixos, seu corpo funciona mais lentamente. Esta condição se denomina hipotireoidismo. Se existe um aumento dos níveis dos hormônios tireoidianos no sangue, seu corpo trabalha mais rapidamente. Esta condição se denomina hipertireoidismo.
A quantidade de hormônios tireoideanos produzidos pela glândula tireóide é controlada por uma glândula que se encontra no cérebro, chamada pituitária ou glândula hipófise. Outra parte do cérebro, o hipotálamo, ajuda a pituitária. |
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A glândula tiróide, a hipófise e o hipotálamo trabalham juntos no controle da quantidade de hormônios tireoideanos no seu corpo. Com a hipófise controlando a maior parte da ação, estes órgãos trabalham de forma similar ao termostato que controla a temperatura de uma casa.
Por exemplo, assim como o termômetro de um termostato mede a temperatura de uma casa, a glândula hipófise mede em forma constante a quantidade de hormônios tireoideanos em seu sangue. Se não há suficiente hormônio, percebe a necessidade de "acender a caldeira". Isto se faz liberando mais hormônio estimulante da tireóide (TSH), que indica à tireóide que deve produzir mais hormônio. A glândula tireóide então produz e libera hormônio diretamente na corrente sanguínea.
A glândula hipófise percebe logo que a quantidade de hormônios tireoideanos em seu corpo é a correta. Com os níveis de hormônios estando dentro dos valores normais, a hipófise diminui a produção de TSH a seus valores normais. |

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Hipotireoidismo
O que é Tireóide?
É uma glândula localizada na parte anterior do pescoço, bem abaixo do pomo-de-adão. Ela produz hormônios que afetam a maioria dos órgãos, incluindo o coração, cérebro, fígado, rins e pele. |
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O que é Hipotireoidismo?
Quando seu médico diz: "Você está com hipotireoidismo", significa que você apresenta sintomas comuns, compatíveis com baixa função da sua glândula tireóide, ou seja, sua tireóide está produzindo pouco hormônio.
Felizmente, o tratamento do hipotireoidismo é fácil, eficaz e sem dor.
Milhões de pessoas são acometidas
O hipotireoidismo é muito comum. É difícil estimar o número de pacientes com a doença, pois muitas pessoas têm hipotireoidismo e não sabem.
Pesquisas revelam que cerca de 5 milhões de brasileiros têm hipotireoidismo, a grande maioria ainda não diagnosticada.
Um grande número de pessoas apresenta sintomas vagos de cansaço e desânimo, atribuindo-os, de forma errônea, como sendo próprios da idade.
O hipotireoidismo pode ser encontrado em homens e mulheres. Sua incidência aumenta com a idade, sendo quatro vezes mais freqüente nas mulheres, principalmente após os 50 anos.
Quem tem mais chance de apresentar ou desenvolver hipotireoidismo?
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Mulheres, especialmente acima dos 40 anos;
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Homens acima dos 65 anos;
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Mulheres em período pós-parto (6 meses após o parto);
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Pessoas com colesterol alto;
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Pessoas que já tiveram doenças de tireóide anteriormente;
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Pessoas com história familiar de doenças auto-imunes (tireoidite de Hashimoto);
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Pessoas que apresentem outras doenças auto-imunes como: Diabetes tipo I, Lúpus e Artrite Reumatóide;
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Pessoas tratadas anteriormente de hipertireoidismo;
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Pessoas que estiveram em tratamento de radioterapia de cabeça e pescoço;
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Pessoas em uso de lítio ou amiodarona;
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Pessoas com depressão e/ou doença do pânico.
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Qual a causa do hipotireoidismo?
O hipotireoidismo pode ter diversas causas. A mais comum é a que decorre da doença de Hashimoto. Esta doença aparece quando o organismo, por razões desconhecidas, não reconhece a tireóide como parte do próprio corpo e o sistema imune prejudica o seu funcionamento. A tireóide, assim alterada, produz menos hormônios.
O hipotireoidismo também aparece em pessoas submetidas à cirur4 da tireóide ou que se trataram de hipertireoidismo (aumento da função tireoideana) com iodo radiativo ou radioterapia.
Algumas crianças nascem com hipotireoidismo por falta da glândula tireóide ou por mau funcionamento. Estas crianças devem ser tratadas imediatamente e por toda a vida, para que possam se desenvolver normalmente.
Sinais e sintomas do hipotireoidismo
Como o hormônio da tireóide afeta praticamente todas as células do seu corpo, você pode apresentar uma grande variedade de queixas se estiver com hipotireoidismo:
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Cansaço
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Depressão;
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Pele ressecada;
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Cabelos ásperos;
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Unhas quebradiças;
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Constipação intestinal (prisão de ventre);
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Anemia;
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Fadiga;
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Perda do apetite;
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Aumento de peso;
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Períodos de menstruação irregular ou ausente;
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Tornozelos e rosto inchados;
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Colesterol elevado;
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Às vezes, pressão baixa.
Efeitos do Hipotireoidismo
A carência de hormônios da tireóide afeta as pessoas de diferentes maneiras. Pode causar diversos problemas.
Cérebro: Dificuldade de concentração, depressão;
Pele e cabelo: Queda de cabelos, ressecamento da pele;
Coração: Diminuição do ritmo cardíaco;
Músculos: Fraqueza, dor e fadiga;
Aparelho digestório: Constipação intestinal (prisão de ventre)
Fígado: Colesterol alto;
Rins: Retenção de líquidos;
Órgãos reprodutivos: Alterações menstruais e infertilidade;
Outros sintomas: Apatia (desânimo); ganho de peso; dores articulares.
Um simples exame de sangue comprova o diagnóstico
No passado, o hipotireoidismo era em geral, diagnosticado quando já estava em estádio avançado. Hoje, a sensibilidade dos novos testes laboratoriais possibilitam o diagnóstico em fase muito precoce. Um destes exames, o TSH (hormônio estimulador da tireóide), mede a quantidade deste hormônio que está circulando no sangue e informa como está funcionando sua tireóide.
O tratamento correto garante boa saúde
É indispensável tratar o hipotireoidismo, pois a falta de tratamento pode ocasionar sérios danos para a sua saúde. Os riscos da falta de tratamento do hipotireoidismo diferem de pessoa para pessoa. Nos recém-nascidos (hipotireoidismo congênito), o tratamento imediato é crucial para prevenir o retardo mental, atraso no crescimento, deformações físicas e outras anormalidades importantes. Esta é a razão pela qual todos os recém-nascidos devem ser submetidos ao "Teste do Pezinho".
Crianças e adolescentes com hipotireoidismo podem ter seu desenvolvimento mental e físico seriamente comprometidos, se não forem prontamente tratados. Nos adultos, as conseqüências do não tratamento do hipotireoidismo podem provocar considerável desconforto ou incapacidade. Se o hipotireoidismo for acentuado, o não tratamento pode resultar em doença mental e cardíaca ou, se for de maior gravidade, levar a danos ainda mais sérios.
Como a maioria dos casos de hipotireoidismo resulta de danos irreversíveis da glândula tireóide, não existe tratamento que proporcione cura definitiva.
A reposição hormonal é o tratamento de escolha do hipotireoidismo e visa repor o hormônio que a tireóide doente não consegue produzir. O hormônio sintético da tireóide usado no tratamento é chamado de levotiroxina sódica.
Duração do tratamento
A levotiroxina funciona no organismo exatamente como o hormônio natural da tireóide. É indispensável tomar os comprimidos de levotiroxina diariamente, para que o objetivo seja alcançado.
Para a grande maioria dos pacientes, o hipotireoidismo é crônico, portanto o tratamento deverá ser instituído por toda a vida.
Precisão na dosagem
A quantidade necessária de levotiroxina varia de pessoa para pessoa. Seu médico solicita exames muito sensíveis de laboratório para determinar a melhor dosagem de levotiroxina. Por isto, é importante seguir as instruções do seu médico, tomando a dose recomendada de levotiroxina, diariamente.
Melhora lenta e gradual do hipotireoidismo
Os sintomas do hipotireoidismo não desaparecem assim que você inicia o tratamento com hormônio da tireóide. Se você mantiver o tratamento, tomando os comprimidos de levotiroxina diariamente, notará uma lenta e progressiva melhora na sua aparência e bem-estar. Mesmo que você tenha um hipotireoidismo acentuado, alguns meses após o tratamento sentirá alívio de todos os seus sintomas. Mas não se esqueça: sentir-se melhor não significa que você pode parar de tomar o hormônio da tireóide!
Ainda que os sintomas tenham diminuído, é importante continuar o tratamento. Os comprimidos que você está tomando substituem o hormônio que sua tireóide não fabrica mais em quantidades suficientes. Se você parar de tomar a medicação, seu organismo terá a função do hormônio sintético diminuída nos períodos subseqüentes e com isso, nas semanas seguintes, seus velhos sintomas deverão retornar gradualmente.
Para você, que já está em tratamento com levotiroxina sódica (hormônio tireoideano), seguem alguns pontos:
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Visite seu médico regularmente e entenda o propósito do seu tratamento.
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Tome seu medicamento todo dia e, de preferência, na mesma hora.
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Caso inicie um tratamento para outro problema, avise ao seu médico que está em uso de levotiroxina. Alguns medicamentos interferem com os resultados dos exames laboratoriais e com a ação da levotiroxina.
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Avise o seu médico quando engravidar ou iniciar tratamento para outras condições. Ele assim poderá ajustar a dose de reposição do hormônio tireoideano.
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Comente sempre com o seu médico o aparecimento de novas reações ou sintomas.
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Faça os exames laboratoriais periodicamente, conforme a solicitação de seu médico.
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Lembre-se de que a substituição de uma marca de hormônio sintético por outra e o ajuste de doses só podem ser feitos pelo médico.
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Hipertireoidismo
O hipertireoidismo resulta da exposição contínua do organismo a altas concentrações de hormônios tireoideanos. A causa mais freqüente do hipertireoidismo é a doença de Graves que também está incluída dentro das doenças auto-imunes.
Os sinais e sintomas mais freqüentes de hipertireoidismo são: nervosismo, aumento da sudorese, intolerância ao calor, palpitações, cansaço, perda de peso, diarréia, tremores, exoftalmia (olhos saltados), entre outros. |
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É importante lembrar que estes sintomas podem aparecer nos pacientes que está recebendo superdosagem de hormônios tireoideanos levotiroxina (T4) ou tri-iodotironina (T3). |

Ilustração de nódulos tireoideanos |
Nódulos da Tireóide
1. O que são nódulos da tireóide?
São saliências, tumefações ou protuberâncias do tecido tireoideano palpáveis ou identificáveis por outros métodos diagnósticos, como: a ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância magnética, com características císticas(preenchimento líquido) ou sólidas. |
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2. Qual a sua causa?
As causas são múltiplas, pois, a maioria das doenças tireoideanas, sejam elas por bócio colóide, tumores benignos, malignos, cistos e inflamações, podem se manifestar em algum estádio de sua evolução por um nódulo.
3. Quais os métodos preventivos?
A probabilidade de um nódulo de tireóide ser câncer é maior em pacientes mais idosos, com idade maior que 60 anos(cerca de 20%), em pacientes do sexo masculino(17% contra 8% nas mulheres) e em pacientes que receberam irradiação anterior na região o pescoço(acidente de Goiânia ou Radioterapia para tratamento de outros tumores)
4. Qual o tratamento?
Atualmente os nódulos tireoideanos são divididos em benignos e malignos conforme a punção biópsia aspirativa com agulha fina, exame que tem cerca de 98% de possibilidades de acerto. Caso a punção seja positiva para malignidade, a opção de cirur4 é a mais indicada, e em se tratando de nódulo tireoideano com características de benignidade à punção biópsia aspirativa, em paciente jovem com pouco tempo de duração, o tratamento clínico com hormônios tireoideanos tem mais chances de redução do nódulo.
5. Quando não tratado o problema, ele pode desencadear outras doenças? Quais?
Pode haver crescimento progressivo do nódulo com conseqüente compressão das estruturas profundas do pescoço, como traquéia(falta de ar, tosse seca) e esôfago(dificuldade para engolir) no caso dos tumores benignos e os mesmos sintomas, associados à rouquidão, devido compressão dos nervos laríngicos, no caso dos tumores malignos da tireóide.
6. Quais as pessoas mais acometidas pela doença? Por que?
As mulheres são mais acometidas pelos nódulos tireoideanos e tumores malignos de tireóide que os homens, mas em compensação, os homens portadores de nódulos tireoideanos têm mais chances de serem portadores de lesões malignas que as mulheres. Portanto, um paciente do sexo masculino com um nódulo tireoideano único, duro e irregular é mais suspeito de apresentar um câncer de tireóide que uma paciente do sexo feminino.
7. Quais os sintomas que o paciente apresenta?
O paciente se queixa de uma elevação nodular no pescoço que progressivamente aumentou de tamanho ou foi percebida por seus familiares/amigos ou seu médico, durante consulta para tratamento de outro distúrbio não relacionado com o problema em questão.
8. Como se faz o diagnóstico do problema?
A abordagem do paciente com nódulo tireoideano usualmente é clínica, com investigação diagnóstica proporcionada pelo endocrinologista que usualmente solicita ou realiza a puncão biópsia aspirativa com agulha fina, e posteriormente conta com a avaliação de exames de diagnóstico por imagem, como: ultrassonografia, cintilografia, tomografia axial computadorizada e ressonância magnética da tireóide.
9. Quais os tipos de nódulos?
Os nódulos tireoideanos são classificados em benignos e malignos, conforme a punção biópsia aspirativa com agulha fina. Como benignos, encontramos os adenomas foliculares, cistos, bócio colóide e tireoidites(inflamações). Já os tumores malignos(cânceres) são classificados em bem diferenciados(menos agressivos) e pouco diferenciados(maior agressividade).
Os cânceres de tireóide com menor agressividade que acometem mulheres com idade menor que 35 anos, e possuem tamanho menor que 1,5 centímetro de diâmetro, podem ser tratados com retirada parcial da tireóide(carcinoma folicular). No entanto os tumores mais agressivos com maiores dimensões que acometem pacientes com idade mais avançada, devem ser tratados com a retirada completa da tireóide e dos nódulos suspeitos do pescoço.
10. Esta doença é muito grave? Pode levar o paciente à morte ou deixar-lhe seqüelas irreversíveis? Por quê?
Os nódulos tireoideanos quando em fase inicial, cuja punção biópsia aspirativa não evidencie sinais de malignidade, ou aqueles nódulos tireoideanos com sinais de hipertireoidismo podem ser tratados clinicamente com supressão hormonal obtendo boa resposta. Mas aqueles nódulos tireoideanos mais antigos, já organizados, com fibrose e os tumores e cistos tireoideanos, só são passíveis de cura, mediante a cirurgia.
Em fase avançada, os nódulos tireoideanos provocam compressão de estruturas profundas do pescoço e quando malignos podem infiltrar tais estruturas(traquéia, esôfago, nervos e vasos sangüíneos) ou levar à disseminação da doença para órgãos distantes como: pulmões, fígado e ossos, desencadeando a morte do paciente.
Os nódulos tireoideanos, de um modo geral, quando em sua fase inicial, têm mais chances de cura que quando diagnosticados em fase avançada. Dessa forma, pacientes portadores de nódulos tireoideanos devem procurar o Endocrinologista e ou Cirurgião de Cabeça e Pescoço logo no início, para o diagnóstico e tratamento de suas doenças. |
Auto-Exame da Tireóide
Como fazer o auto-exame do pescoço em 5 etapas
Material necessário: um espelho com cabo e um copo d'água.
1. Segure o espelho procurando em seu pescoço a região entre o pomo de Adão (gogó) e a fúrcula esternal. Sua tireóide está localizada nesta área.
2. Focalize esta área com o espelho estendendo a cabeça para trás para facilitar a visualização.
3. Beba um gole d'água e engula.
4. Ao engolir observe em seu pescoço se existe alguma saliência ou elevação localizada. Repita este teste várias vezes se necessário.
5. Ao perceber nódulos(caroços), procure um especialista.
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| UNIDADE LIFE CENTER |
| Av. do Contorno, 4747 sala 810 - Complexo Hospitalar Life Center - Tel: (31) 3283 - 9774 - Emergência: (31) 9632 - 9774 |
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| UNIDADE BARREIRO |
| Av. Sinfrônio Brochado, 261 (dentro do laboratório São Marcos) - Tel: (31) 3384 - 3774 / (31) 3384 - 6780 |
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